
Triagens neonatais: os primeiros cuidados que podem transformar o futuro do bebê
12 de junho de 2026
Agosto Dourado. Fortaleça o que realmente importa
3 de agosto de 2026Os primeiros dias de vida são repletos de descobertas, cuidados e muito amor. Entre consultas, exames e adaptações da rotina, existe uma avaliação fundamental para o desenvolvimento infantil: o Teste da Orelhinha.
Rápido, indolor e obrigatório por lei, ele é o primeiro exame auditivo do bebê e tem um papel importante na identificação precoce de possíveis alterações na audição. Mas você sabia que o estado do bebê no momento do exame pode influenciar na qualidade da avaliação? E que uma falha no teste nem sempre significa uma perda auditiva? Vamos entender melhor.
Por que o bebê precisa estar tranquilo?
O Teste da Orelhinha avalia como as estruturas auditivas estão respondendo aos sons. Para que essa captação aconteça da melhor forma possível, o ideal é que o bebê esteja dormindo ou em um estado de calma e relaxamento.
Quando o recém-nascido está chorando, muito agitado ou se movimentando bastante, pode haver interferências que dificultam a obtenção das respostas auditivas necessárias para a avaliação.
Por isso, sempre que possível, orientamos que o bebê esteja alimentado, confortável e tranquilo no momento do exame. Esse cuidado simples contribui para uma avaliação mais adequada e segura.
O que significa quando o bebê “falha” no teste?
Receber um resultado de falha pode gerar preocupação, mas é importante lembrar: falhar no Teste da Orelhinha não significa, necessariamente, que o bebê tenha uma perda auditiva.
Existem diversos fatores que podem interferir no resultado, especialmente nos primeiros dias de vida. Entre eles estão:
-Presença de vérnix (substância natural que protege a pele do bebê);
-Pequeno tamanho do conduto auditivo;
-Secreções ou líquidos remanescentes do nascimento;
-Inchaços naturais dos primeiros dias de vida;
-Movimentação excessiva durante o exame.
Por isso, é fundamental interpretar o resultado com tranquilidade e seguir as orientações do profissional responsável.
A importância do reteste
Quando ocorre uma falha na triagem auditiva neonatal, normalmente é indicado um Reteste da Orelhinha.
Essa nova avaliação deve ser realizada preferencialmente ainda no primeiro mês de vida do bebê e tem como objetivo verificar se o resultado anterior foi causado por alguma condição temporária ou se existe a necessidade de uma investigação mais aprofundada.
O mais importante é não deixar essa etapa para depois. O reteste faz parte do processo de cuidado e permite que qualquer necessidade de acompanhamento seja identificada no momento mais adequado para o desenvolvimento da criança.
Nos casos em que o bebê apresenta Indicadores de Risco para Deficiência Auditiva (IRDA), o acompanhamento pode incluir avaliações complementares e um monitoramento mais próximo.
O cuidado continua além do exame
A audição é uma das principais portas de entrada para o desenvolvimento da linguagem. É ouvindo que o bebê começa a reconhecer vozes, perceber sons do ambiente e construir as bases para a comunicação.
Por isso, o cuidado não termina após o exame. A observação da família, o acompanhamento pediátrico e as avaliações especializadas quando necessárias continuam sendo fundamentais ao longo da infância.
Como a Fonotriar realiza o Teste da Orelhinha?
Na Fonotriar, acreditamos que o cuidado também está nos detalhes. Por isso, realizamos o Teste da Orelhinha em maternidades, clínicas, consultórios e também em domicílio, oferecendo mais conforto para as famílias e respeitando o momento de cada bebê.
Nossa equipe realiza a avaliação de forma humanizada, com acolhimento, segurança e toda a atenção necessária para garantir uma experiência tranquila e uma avaliação de qualidade.
Porque ouvir bem desde o começo é um passo importante para o desenvolvimento da linguagem, da comunicação e da vida.
Fonotriar. A linguagem do amor é cuidar.


